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| FRATERNITÉ
JUSTICE
TRAVAIL Benin é um país no oeste da África. A capital é Porto Novo, o governo reside em Cotonou. As principais religiões são crenças indígenas, Cristianismo e Islã. A lingua nacional é o Francês, outras línguas principais são o Fon e Yorùbá. Dahomey se tornou independente da França em 1960 e foi mais tarde renomeado para Benin.
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Porto-Novo é a capital e um importante centro comercial de Benin. É
uma cidade de estreitas e sinuosas ruas sombreadas por árvores e
mercados pitorescos em que os artesãos, os ceramistas, os ferreiros, e
os curtidores vendem seus artigos. Partes de Porto-Novo tem uma aparência
moderna com a construção de grandes edifícios de estilo contemporâneo. Cotonou é a maior cidade e o principal porto de Benin. Este centro comercial é também o terminal das principais ferrovias do país. Um novo porto profundo foi construído ali em 1965. Foram feitos planos em 1960 para a mudança da sede do governo de Porto-Novo para Cotonou. Por causa de muitas dificuldades políticas, a transferência nunca foi concretizada. Abomey foi estabelecida originalmente como capital do antigo reino de Dahomey no século 17. Hoje, por causa de seu museu, a cidade é uma importante atração turística. Abomey é também um centro comercial e tem algumas indústrias pequenas. Ouidah, uma cidade comercial e agrícola, fica logo ao oeste de Cotonou numa lagoa. Ouidah tem uma catedral, um mosteiro, muitas mesquitas, e as ruínas das guarnições construídas pelos portugueses, franceses, holandeses, e ingleses no século 18. Parakou, em Benin central, é um centro agrícola importante.
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| Como
os povos da maioria das nações africanas ao sul do Sahara, os povos de
Benin variam na língua e na cultura. Os Fon, Adja, Aizo, Pedah, Mina, e
Pla representam quase metade da população. A maioria destes povos
vivem no sul do país e estão engajados na agricultura e na pesca de subsistência. Os agricultores
mantém carneiros, cabras, galinhas,
porcos, galinhas da guiné, e patos, e alguns possuem algum gado. Os
homens fazem a caça, a pesca e a aragem da terra, enquanto as mulheres
comercializam seus produtos nos mercados. Outro grupo, os Yorùbá, vieram
da Nigéria e se estabeleceram ao longo da fronteira sudeste de Benin.
Eles são caracteristicamente moradores da cidade que se tornaram
particularmente peritos no comércio e em negociar. Os Yorùbá de Benin
tem laços lingüísticos e culturais próximos com seus milhões de
parentes que vivem através da fronteira com a Nigéria. Os Bariba, os Somba, e os Pilapila, que vivem nas regiões centrais e do norte de Benin, são povos na maioria agricultores. Eles estão ligados a terra através de cerimônias religiosas devotadas ao deus Terra. O chefe da aldeia é responsável por manter relações harmoniosas com a terra a fim de assegurar uma vida boa e agradável para seu povo. O deus da Terra fica especialmente ofendido quando o sangue humano é derramado na terra por contendas ou guerra. É dever sagrado do chefe dirimir as disputas antes que a violência ocorra. Por causa de suas crenças, estes nortistas vivem uma vida pacífica incomum. Também vivendo no norte estão os Peul (Peuhl), ou Fulani, como também são conhecidos. São, na sua maioria, nômades que movem seus rebanhos de cabras, carneiros e gado de um lugar para outro. Os Peul ocupam geralmente acampamentos provisórios que consistem num conjunto de barracas portáteis. A moradia típica é construída na forma de uma colméia, com uma estrutura de varapaus cobertos com esteira, grama, ou folhas. A maioria das facilidades educacionais ficam situadas nos centros urbanos do sul de Benin. Por esta razão as crianças desta área têm uma oportunidade melhor de atender a escola do que aquelas que vivem no norte. Em 1986 o governo lançou um grande esforço para construir mais escolas primarias no norte de Benin. Seis anos de educação primaria são livres e oficialmente compulsórios, mas somente cerca de 2/3 de todas as crianças atendem a escola primaria. Menos de 15% atendem a escola secundária. Menos de 40% da população adulta podem ler e escrever. Em anos recentes o governo construiu um número de escolas secundárias e técnicas e diversas faculdades para aperfeiçoamento de professores. A Universidade Nacional de Benin foi fundada em 1970. O Francês, a língua oficial de Benin, é usado nas escolas e nos escritórios. Fon e Yoruba são falados extensamente no sul de Benin. Bariba e Dendi são as línguas mais importantes faladas por aqueles que vivem no norte. A maioria dos povos de Benin são animistas que adoram um deus principal e todo-poderoso que se manifesta com uma multiplicidade de divindades e espíritos tais como Voduns. Os Voduns são deuses que representam uma parte importante em muitas cerimônias. De não menos importãncia do que estes grandes deuses são os espíritos bons e maus locais assim como os espíritos ancestrais que devem ser homenageados com bens e cerimonias. |
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| Características: Nome: República do Benin Localização: Africa Ocidental Nacionalidade: beniense Divisão: 12 departamentos Línguas: francês (oficial), fon, fariba, fulani e ioruba Religão: animista, minorias católicas, islâmicas e protestantes Moeda: franco CFA (Communauté Française Africaine) Litoral: 121 km População: 8.078.314 Benin - como chegar: Para se chegar ao Benin parte-se do Brasil em direção a Paris, afinal é de lá que, em dias intercalados, em v�os da Air France com duração de seis horas, que se chega a Cotonou, a capital econômica do Benin. Porto Novo é a capital administrativa. Uma curiosidade sobre as Flores: A Paisagem
Do avião avistam-se lagos, lagoas, lagunas e suas ramificações. A vegetação é rasteira, e não há árvore quase nenhuma na chegada a Cotonou. Após o deserto, as águas cor de garapa anunciam o vasto golfo do Benin. Distinguem-se na paisagem cinza construções de três andares. Cotonou - Som, Cores e Dialetos História - Escravidão Uidá - O Entreposto Árvore do Esquecimento Zomai - "lá onde a luz não
penetra". A Porta do Não-Retorno. Arte Beniense A Revolta dos Malês Agudás Alimentação - Frango a bicicleta Bebidas:
Mais forte que a nossa cachaça é o sodabi,Vinho de Palma destilado, com 70% de teor alcoólico, vendido em dedais ou copinhos minúsculos. Há ainda os sucos de laranja, limão, baobá e bissap -este, de cor carmim, refrescante, tonificante e rico em vitamina C, vem sendo industrializado e exportado para a Europa. Artesanato Curiosidades
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